sábado, 30 de maio de 2009

Encerramento

Tudo acaba um dia. É a vez deste blog, que encerrou suas atividades.

Mas ele continua vivo como coluna no blog Know or Never. Dê uma passadinha lá.

Obrigado,
http://www.knowornever.com


postado por Bruno Altieri às 23:55
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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Só propaganda?

Eu sempre comprei e continuo comprando, todo mês, a Superinteressante. Para mim, é a melhor revista brasileira, tanto pelo seu conteúdo, pela diagramação, pelos assuntos. Mas eu preciso fazer um desabafo.

Folheando a revista desse mês, encontrei vários exemplos do que eles chamam de "conteúdo especial publicitário": primeiro do Mastercard, que apresenta histórias interessantes que não têm preço. Depois, Listerine vem com "Mito ou verdade?". Algumas páginas depois, Naldecon Dor apresenta: "Por que sentimos dor?". Logo depois, Petrobras.

Me pareceu um tanto exagero. Tive medo da publicidade começar a interferir no conteúdo da revista. Mesmo sendo publicitário.

Imaginei matérias patrocinadas, cada página, uma marca...

Mas aí, depois, passou. Era só propaganda mesmo.



postado por Bruno Altieri às 12:27
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segunda-feira, 7 de julho de 2008

Wall-E é ótimo


Wall-E é o novo filme de animação fruto da parceria da Disney com a aclamada Pixar (de Toy Story e outros tantos sucessos). E é diferente de todo o resto.

A história, que mostra um robô que vive na Terra já destruída e sem recursos, faz uma bela crítica à humanidade, que é retratada num futuro distante como gorda, sedentária, hiperdependente das máquinas e alienada. Além disso, a animação é surpreendentemente fotorealista, e o roteiro muito bem amarrado.

Não é um filme para criança, tanto pelo cunho crítico como pela sua estética (quase sem diálogo, e com várias referências adultas). Mas ao mesmo tempo é um filme para criança sim, pois é bom que elas comecem desde cedo a incutir valores de como construir um futuro melhor. E criança entende (melhor que a gente) essas coisas.

Wall-E é ótimo, e não conheço ninguém (ainda) que discorda. Veja, por favor. É impressionante, a cada novo filme da Pixar, o poder que eles têm de fazer com que seres inanimados e fantásticos nos façam nos emocionar de verdade - e rir.


postado por Bruno Altieri às 00:37
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terça-feira, 24 de junho de 2008

Memórias esquecidas


Como é boa essa sensação: resgatar uma memória que estava esquecida. Pode ser uma imagem, um cheiro, alguma coisa e de repente você se lembra de algo que não se lembrava há séculos.

E aí você se pergunta, como eu me perguntei ao lembrar da minha primeira locadora de games quando vi uma prateleira igual à que havia lá, mas em outra loja: como pode uma lembrança ficar guardada tantos anos e de repente, num clique, vir à tona!?

E logo depois vem o desespero: quantas lembranças, quantas memórias existem no meu cérebro e eu, por não sentir nenhum cheiro nem ver qualquer coisa para resgatá-las, ficarão aprisionadas lá para sempre? O que foi que eu vivi que não consigo lembrar (e que, portanto, não vivi)?

Tento, tento, mas não lembro.


postado por Bruno Altieri às 20:18
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quarta-feira, 18 de junho de 2008

Bulimia Materialista


Li num livro essa expressão. Bulimia materialista. Interessante analogia, não? Parei para pensar.

Bulimia, em resumo, é uma doença em que a pessoa come, come, come, mas não consegue conviver com o fato de que comeu e vomita. Força e vomita. Assim somos nós, materialistas.

Queremos porque queremos ter as coisas, mas quando as temos, nos perguntamos por que compramos e não damos mais a menor bola. Vomitamos as coisas que comemos, ou melhor, consumimos.

Conclusão que eu tirei no ônibus, lendo livro: A bulimia não é uma coisa legal, todo mundo sabe. Mas o que pouca gente se dá conta é que quando o nosso materialismo chega a ser como uma bulimia (ou seja, quando compramos sem nos darmos conta e depois vomitamos), ele também não é nada agradável...


postado por Bruno Altieri às 20:38
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segunda-feira, 16 de junho de 2008

O mundo é dos espertos


Li uma matéria no G1 que dizia: "Motoristas usam boneca inflável para escapar de multa". O título me chamou a atenção e logo li que se tratava de uma esperteza mas não no Brasil, e sim na Nova Zelândia.

Lá, algumas faixas de trânsito são exclusivas para carros com três ou mais passageiros. Para burlar essa lei, motoristas usam bonecos, cachorros e até pagam estudantes para dar uma volta de carro. Quem faz isso é o famoso "esperto", muito conhecido por nós aqui no Brasil, mas tá aí a prova de que ele existe em qualquer lugar do mundo - até do outro lado dele, como na Nova Zelândia.

Se existe uma lei, existe sempre uma maneira (criativa) de contorná-la. Infelizmente, essa é a realidade.


postado por Bruno Altieri às 00:01
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